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domingo, 15 de novembro de 2015

Biografia - Cleberton Santos

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Cleberton Santos (1979) nascido em Propriá-SE e radicado em Feira de Santana-BA. Vencedor do Prêmio Escritor Universitário Alceu Amoroso Lima – Academia Brasileira de Letras (2002). Em 1999, publicou o opúsculo poético Ópera Urbana, pelas edições MAC – Feira de Santana. Poeta e crítico literário colabora para cadernos culturais.É mestre em Literatura e Diversidade Cultural pela UEFS e atualmente trabalha como um dos Docentes do Instituto Federal de Educação, Ciencia e tecnologia da Bahia (IFBA).

Biografia - Jorge Amado

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Jorge Amado, um dos representantes do ciclo do romance baiano, nasceu em Itabuna, Bahia, em 10 de agosto de 1912. É considerado é dos principais representantes do romance regionalista da Bahia.

Este romancista brasileiro é um dos mais lidos no Brasil e no mundo. Com livros traduzidos para diversos idiomas, suas obras refletem a realidade dos temas, paisagens, dramas humanos, secas e migração.   

Escritor desde a adolescência, Jorge Amado segue o estilo literário do romance moderno. Em seus livros existe o domínio do físico sobre a consciência. Suas personagens geralmente são plantadores de cacau, pescadores, artesãos e gente que vive próximo ao cais, em Salvador, capital da Bahia. 

O estilo deste autor também é conhecido como romance da terra e seus livros possuem uma linguagem agradável e de fácil compreensão. Suas obras literárias conquistaram não só os falantes da língua portuguesa como de outros idiomas: inglês, espanhol, francês, italiano, alemão, etc. 

Morreu em Salvador ( Bahia ), no dia 6 de Agosto de 2001, quatro dias antes de completar 89 anos de idade.  

São seus livros: 

O País do Carnaval, Cacau, Jubiabá, Terras do Sem fim, A Morte e a Morte de Quincas Berro d´Água, Seara Vermelha, O Cavaleiro da Esperança, O Mundo da Paz, Os Subterrâneos da Liberdade, Gabriela, Cravo e Canela, Suor, Mar Morto, Capitães de Areia, São Jorge dos Ilhéus, Os Velhos Marinheiros, Os Pastores da Noite, Dona Flor e seus Dois Maridos, ABC de Castro Alves, O Amor do Soldado, Bahia de Todos os Santos, A Estrada do Mar, Tereza Batista Cansada de Guerra, Tieta do Agreste, Farda Fardão e Camisola de Dormir.

sábado, 14 de novembro de 2015

Biografia de João Ubaldo






João Ubaldo Osório Pimentel Ribeiro nasceu na Ilha de Itaparica, Bahia, em 23 de janeiro de 1941, na casa de seu avô materno, à Rua do Canal, número um, filho primogênito de Maria Felipa Osório Pimentel e Manoel Ribeiro. O casal teria mais dois filhos: Sonia Maria e Manoel. Ao completar dois meses de idade, João muda-se com a família para Aracajú, SE, onde passaria a infância.
Em 1947 inicia seus estudos com um professor particular. Seu pai, professor e político, segundo o biografado, não suportava ter um filho analfabeto em casa. Já alfabetizado, em 1948 ingressa no Instituto Ipiranga. A partir daí permaneceria horas trancado na biblioteca de sua casa devorando livros infantis, sobretudo os de Monteiro Lobato. Forçado por seu austero pai, iria se dedicar com afinco aos estudos, procurando ser sempre o primeiro da classe. Sobre essa fase de sua vida leia mais em "Memória de Livros", deliciosa crônica que consta de "Releituras".
No ano de 1951 ingressa no Colégio Estadual de Sergipe. Sempre dedicado aos estudos, prestava ao pai, diariamente, contas sobre os livros lidos, sendo, algumas vezes, solicitado a resumi-los e a traduzir alguns de seus trechos. João era também solicitado a verter para o português canções francesas que o pai ouvia. Não tinha folga nem nas férias, pois nelas praticava o latim e copiava os sermões do padre Vieira, apesar de afirmar que fazia aquilo com prazer. Manoel Ribeiro, seu pai, era chefe da Polícia Militar e, nessa época, passa a sofrer pressões políticas, o que o faz transferir-se com a família para Salvador. Na capital baiana João Ubaldo é matriculado no Colégio Sofia Costa Pinto. Conta ele que era perseguido pela professora de inglês, em virtude de seu sotaque. "Ela não percebeu que eu falava inglês britânico, já que estudara em Sergipe com um professor educado na Escócia", diz o escritor. Desafiado, dedica empenho extraordinário ao idioma, chegando a decorar 50 palavras por dia. Vizinho de engenheiros americanos, faz amizade com seus filhos para aprimorar ainda mais seus conhecimentos da língua inglesa.
João Ubaldo tem varias obras como “Josefina”,” Decalião”, “O Campeão”, “Setembro não faz sentido” e várias outras,
  

Biografia - Lidiane Nunes


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Lidiane Carvalho Nunes nasceu em Salvador/BA e reside em Feira de Santana/BA. É graduada em Letras Vernáculas, especialista e mestre em Estudos Literários, pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Sua atuação também abrange uma sociedade na editora Labirinto & Escritório, revisão de textos e gestão de uma livraria virtual.

Publicou os seus escritos, entre poemas, contos e minicontos, em antologias como Sangue Novo: 21 poetas baianos do século XXI (2011) e Tardes com anões: 7 minicontistas (2011). No final de 2012, ganhou a Bolsa Funarte de Criação Literária com o projeto do livro de minicontos. Em 2014, lançou o seu primeiro livro de poemas, intitulado Aquela mesma paisagem. Entre os temas mais recorrentes nas suas produções estão tempo, amor, morte, solidão e tédio.

Lidiane Nunes participou de alguns eventos literários, a exemplo da Bienal do Livro da Bahia e da Festa Literária Internacional de Cachoeira (FLICA), ambos em 2011.

Entre os seus próximos projetos, a escritora prevê a publicação de um livro de minicontos, que foi ganhador da Bolsa FUNARTE de Criação Literária em 2012.

Biografia de Mayrant Gallo






https://editora.cosacnaify.com.br/Upload/Participante/1/8/2/





Mayrant Gallo nasceu em Salvador, em 1962. Morou 20 anos no Rio de Janeiro, onde começou a escrever. Publicou Pequena antologia antecipada (1989), O ritual no jardim (1993), Pés quentes nas noites frias (1999), Dia sim e sempre (2000), O inédito de Kafka (2003), Recordações de andar exausto (2005), Dizer adeus (2005) e Nem mesmo os passarinhos tristes (2010).


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Biografia de Gregório de Matos

Gregório de Matos



Gregório de Matos (1636-1695) foi um poeta brasileiro. Desenvolveu uma poesia lírica e religiosa, mas se destacou por sua poesia satírica, recebendo o apelido de "Boca do Inferno".
Gregório de Matos (1636-16965) nasceu em Salvador, Bahia, no dia 23 de dezembro de 1636. Filho de pai português e mãe baiana, frequentou o Colégio da Companhia de Jesus. Foi estudar na Universidade de Coimbra. Em 1661 já está casado e formado em Direito. Neste mesmo ano, é nomeado juiz em Alcácer do Sal, no Alentejo. Volta à Salvador, nomeado procurador da cidade, junto a corte portuguesa. Fica viúvo e casa-se novamente.
Além de grande poeta, fez também um trágico retrato da vida e da cultura baiana do século XVII. Como não havia imprensa no Brasil Colônia, seus poemas tiveram circulação escrita e oral. Sua produção poética pode ser dividida em três linhas: satírica, lírica e religiosa. Seus poemas líricos e religiosos revelam influência do barroco espanhol. Sua poesia satírica é do tipo que ataca sem compostura, toda a sociedade baiana, da qual ele se sentia um censor e uma vítima. Por suas críticas ferinas, recebeu o apelido de "Boca do Inferno".
Em 1694, por suas críticas violentas e debochadas às autoridades da Bahia, é degredado para Angola. Em 1695 recebe permissão para voltar ao Brasil, mas não para a Bahia. Vai viver na cidade do Recife.
Gregório de Matos Guerra morreu no Recife, no dia 26 de novembro de 1695.
Gregório de Matos não publicou nada em vida. A totalidade de sua obra se manteve inédita, até quando Afrânio Peixoto a reuniu em 6 volumes, publicados no Rio de Janeiro, pela Academia Brasileira de Letras, entre 1923 e 1933, sob o título de "Obras de Gregório de Matos".


segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Biografia

Biografia- Igor Rossoni


Escritor, doutor em literatura Brasileira pela UNEP/SJR Preto-SP, e atualmente,é professor nos cursos de graduação e pós-graduação na UFBA. Publicou, dentre outros livros Pátio(1981), Vértebras(1983), Zen e a poética auto-reflexividade, Clarice Lispector: (2002), Os inocentes (2006), Fotogramas do imaginário (2007), Exercício para Clarineta(2010) e Cenas Brasileiras (2011), Entredentes (2011).

sábado, 7 de novembro de 2015

Biografia- Ruy Espinheira Filho


Ruy Espinheira Filho



Ruy Alberto D'Assis Espinheira Filho, nasceu em Salvador(BA) no dia 12 de dezembro de 1942 e passou a infância em Poções e a adolescência em Jequié, onde fez os primeiros estudos. De volta a Salvador em 1961, retoma os estudos para fazer o curso clássico no Colégio Central da Bahia. Seus primeiros contatos com os poetas da terra vêm desta época, quando, levado por Paulo Affonso Manta, amigo desde Poções, “ingressou no grupo boêmio capitaneado por Carlos Anísio Melhor”.
Da geração que se destaca nos anos 60, Ruy Espinheira Filho publica os primeiros poemas na revista de Antônio Brasileiro, Serial, mas vai se dedicar também à crônica jornalística diária na Tribuna da Bahia. No jornal trabalha também como copidesque e editor. Do primeiro jornal passa para o Jornal da Bahia, ainda como cronista. O curso superior, Ciências Sociais, será feito na Universidade Federal da Bahia, onde se torna professor adjunto do Departamento de Letras Vernáculas do Instituto de Letras.
Os livros de poesia de Ruy Espinheira Filho começam a sair em 1974, Heléboro, e na década publica mais julgado do vento, de 1979. Com o Prêmio Nacional de Poesia Cruz e Sousa, de Santa Catarina, co o terceiro livro de poesia, As sombras Luminosas, editado em 1981, o poeta torna-se um nome mais conhecido nacionalmente. Outros livros serão publicados no eixo Rio de Janeiro/São Paulo, ampliando a recepção do poeta.:Morte secreta e poesia anterior, de 1984: A canção de Beatriz e outros poemas, de 1990; Memória da chuva, de 1996.
No mesmo ano uma Antologia poética lançada em Salvador, onde o poeta está de corpo inteiro ,mostrando toda a riqueza de seus recursos formais, que vão do soneto, como domínio absoluto na sua variação moderna, ao verso livre, que também exercita com conhecimento de causa. Muitos já se referiram ao “ eu lírico” de Ruy Espinheira Filho, que se apresenta com matrizes da memória, que são o substrato e o suporte da sua inventiva linguagem.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Iderval Miranda

                                Biografia

          Iderval Miranda nasceu em Feira de Santana (BA), em 17 de novembro de 1949. Formado em Letras pela Universidade Estadual de Feira de Santana. É mestre em Linguística pela Universidade de Brasília e professor da UEFS. Participou das publicações das revistas  Hera, Serial, Atos, Aldeia, Tapume e o Lixo, entre outras.





            




Autor de Taça de tule (1974), Então (1972/2012), Festa e funeral (1982), O azul e o nada (1987), O veneno e sua essência (1991) e Oficina estrela (1985-2008). Integrou a coletânea de poetas baianos Oitenta(1996) e a antologia A poesia baiana no século XX (1999), organizada por Assis Brasil. Citado na Enciclopédia de literatura brasileira (1990), organizada por Afrânio Coutinho e J. Galante de Sousa. Resenhado por Paulo de Tarso Jardim, naRevista de poesia e crítica (1983), e Sérgio Rubens Sossélla, nas revistas O regional (1982) e Panorama (1984).


                                             

                                                Breve Metafísica

                                                                              Iderval Miranda
                     Já não me bastam as pequenas fantasias,
                     Os volúveis sonhos, as noites de desespero.

                                           Diante de mim,
                              O deserto da grande espera
                           E o infindável horizonte do nada.

                                       Assim caminharei,
                            Por sobre pedras e espinhos,
                            Buscando em carne e espírito
                            O que foi sem nunca ter sido.

                                      

                                                 A Rosa
                                                                                  Iderval Miranda
                               A rosa é uma câmara de tortura
                                         pois cada espinho
                                      é uma gota de sangue
                            que escorre dos dedos convulsos.
                       Dia haverá em que a rosa será uma rosa
                                                uma rosa
                                                 uma flor
                                     não mais que uma flor
                                      e dos dedos calmos
                        somente escorrerão gotas de suor.